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  <title>and when we&apos;re older you&apos;ll undestand;</title>
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  <pubDate>Sun, 25 Jan 2009 16:18:10 GMT</pubDate>
  <title>Ato IV; Despedidas ~ De volta para a antiga rotina</title>
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  <description>E ca estou no aeroporto de Toronto, postando. Ja faz um tempinho, eu acho. D:&lt;br /&gt;Esses ultimos dias em Vancouver foram...estressantes. Nem tanto. Digo, eu gosto das pessoas daqui. Mas...Faz uma semana que eu briguei com o Vic. &lt;br /&gt;E isso torna qualquer lugar, qualquer pessoa, qualquer sonho, desestimulante, estressante, sem sentido.&lt;br /&gt;Foi uma briga besta, eu acho. Mas era simplesmente questao dele ser honesto comigo. Ok, ele estava sendo honesto. Ele estava falando que iria mentir pra mim, e isso era uma verdade incontestavel. Agora, tem algo errado ai nao?&lt;br /&gt;Nao e questao de mentir no sentido geral, e questao de mentir sobre exatamente o assunto que nos estavamos discutindo, na questao de querer ou poder. Isso me irritou, mais do que deveria ter irritado, talvez. Nao sei.&lt;br /&gt;Eu tava me sentindo estranho. Agora eu me sinto vazio. Grande melhora, certo? E mesmo que eu va falar com ele, o que eu vou falar? &quot;Desculpa, eu dei outro ataque emo.&quot;&lt;br /&gt;E eu NAO vou pedir desculpas. A culpa nao e minha, tudo que eu queria era a verdade. E mesmo que ele mentisse, do que diabos adiantaria? Por quanto tempo ele poderia me enganar, alem do que, por quanto tempo ele ficaria preso a mentira dele, possivelmente, infeliz? &lt;br /&gt;So pra me deixar feliz? Pra onde iria a felicidade quando eu descobrisse a verdade?&lt;br /&gt;Mentir so iria adiar o inevitavel, porque e um fato que eu aprendi com o tempo, cedo ou tarde, as pessoas descobrem suas mentiras.&lt;br /&gt;Ninguem pode viver exclusivamente delas.&lt;br /&gt;E eu cansei delas.&lt;br /&gt;Ao menos eu me diverti em Vancouver. Sim, foi estressante. Me sentir vazio, ouvir aquela musica, lembrar dele, ver aquela placa, lembrar dele, entrar no trem, lembrar dele...E lembrar de que as coisas nao estavam bem....com ele.&lt;br /&gt;Acho que fui um pouco mais grosso do que o normal na ultima semana com todo mundo. Tambem nao vou pedir desculpas, as pessoas sabem que eu sou sarcastico. Talvez so tenha exagerado um pouco.&lt;br /&gt;Vou sentir falta de metrotown, vou sentir falta das fotos doidas da Michelle, vou sentir falta de acordar cedo pra pegar o trem vazio.&lt;br /&gt;Vou sentir falta da nevoa, da neve, do vento maldito que me congelava, e da minha &quot;indepedencia&quot;.&lt;br /&gt;De volta a rotina, de volta ao Lato, de volta ao ICBEU, de volta ao cursinho, de volta ao calor irritante de Manaus.&lt;br /&gt;De volta as pessoas que me conhecem, de volta as pessoas que eu nao gosto, de volta as pessoas que eu amo, de volta as pessoas que eu nunca vou esquecer.&lt;br /&gt;Olha, lembrei dele agora.&lt;br /&gt;Foi uma promessa.&lt;br /&gt;Que eu nunca ia esquecer.&lt;br /&gt;Nunca me senti tao &quot;Bella Swan&quot; na minha vida, precisando desesperadamente de distracao, nao que adiante. Porque eu penso nele de um jeito ou outro.&lt;br /&gt;Odeio isso.</description>
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  <pubDate>Sat, 17 Jan 2009 07:28:08 GMT</pubDate>
  <title>Ato III; Memorias ~ Quando o passado se une ao medo.</title>
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  <description>Estou com saudades do vic :/&lt;br /&gt;O fato e que eu viciei nele, mais do que eu ja estava...e isso me assusta tambem, me tornar tao dependente de uma so pessoa... &lt;br /&gt;Uma so pessoa. Acho que isso deve assustar qualquer um, ainda mais quando a sua &quot;droga&quot; particular se encontra do outro lado do pais, no momento, do mundo. Isso assusta demais.&lt;br /&gt;O dia hoje foi normal...agora tou na casa da rafa, ainda bem que eu trouxe meu notebook. Posso ficar no meu MSN em paz, e todo o bla bla. :B&lt;br /&gt;Eu queria falar com ele hoje. Mas nao deu. Droga. E nao acho que vou poder chorar agora, o que e uma pena. Ontem eu chorei muito...nao sei porque exatamente. Mas eu ia lendo uns posts antigos, ia me tocando que era dele que eu tava falando e...&lt;br /&gt;Nao faz sentido algum, eu me sentir atraido por alguem com quem eu nunca falei ao vivo. Nao faz sentido, eu jogar toda a minha confianca, em cima de uma pessoa. &lt;br /&gt;Nao faz sentido, nao e saudavel, e eu sei que eu &lt;b&gt;NAO&lt;/b&gt; devia fazer, mas olha, eu tou fazendo.&lt;br /&gt;Ai, que saco. --&quot;&lt;br /&gt;Vou terminar o post aqui, porque nao quero que ninguem fique lendo por hora. &lt;br /&gt;Que saudades dele.</description>
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  <lj:music>I Caught Myself - Paramore (Twilight OST)</lj:music>
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  <pubDate>Fri, 16 Jan 2009 07:14:13 GMT</pubDate>
  <title>Ato II; The World Ends With You! ~ Quando eu nao consigo traduzir uma frase.</title>
  <link>http://thomas51.livejournal.com/31179.html</link>
  <description>Ja tentei milhares de vezes, e nao consigo da uma traducao decente a essa frase. Bom, esse e o nome de um jogo, pra NDS. O original em japones e &lt;i&gt;It&apos;s a Wonderful World!&lt;/i&gt;, mas eu prefiro o nome americano, ao menos para esse post. &lt;br /&gt;Os dias tem passado ate que rapido, e eu nao paro de pensar em mil coisas nas horas mais improvaveis, como antes de dormir, enquanto espero o trem chegar em Waterfront, enquanto tomo meu Strawberry &amp; Creme da Starbucks, enquanto a professora ensina algo que eu ja sei, enquanto todos estao falando algo, etc. &lt;br /&gt;E incrivel como, em duas semanas, eu ja criei uma rotina, perfeita. Acordar, pegar meu almoco, sair, parar na Starbucks, chegar mais cedo na ILAC, fazer meu homework, ficar na sala no intervalo, almocar dois pedacos de peperoni com coca/spire na Slice (cada pedaco de pizza = 1,50 dolares), voltar pra aula da tarde, ir pra metrotown, e voltar pra casa - exausto. &lt;br /&gt;Acontece que diferentemente da rotina de Manaus, eu gosto dessa. Adoro o sabor do meu milkshake de morango, adoro ver as pessoas passando na rua pela janela da Slice, adoro a minha professora de ingles, e nao posso negar que tem muita gente legal aqui.&lt;br /&gt;Por um lado, eu realmente nao queria voltar. Mas quando eu penso nas pessoas que estao em Manaus, nao nego que sinto saudades, e muitas. Isso meio que me assusta. Nao quero me prender a ninguem, ainda mais em Manaus. Eu quero conhecer o mundo, eu quero expandir o meu mundo.&lt;br /&gt;E ai que entra o titulo desse ato, &quot;the world ends with you&quot;. No momento em que eu nao mais existir, meu mundo vai acabar. Contudo, quanto mais eu conheco as outras pessoas, os outros lugares, quanto mais eu saio da minha &quot;Safe zone&quot;, eu estou expandindo meu mundo. Quando um dos personagens explicou isso no jogo, eu realmente fiquei pensativo em relacao ao assunto. &lt;br /&gt;Nao posso desperdicar momentos da minha vida, porque o que falam e verdade, eles sao muito valiosos. Temos dias ruins, temos dias bons, temos dias insuportaveis, temos dias adoraveis, temos dias inesqueciveis, e nao temos o direito de reclamar de nenhum deles. Ate porque, se eles foram x ou y, na verdade, depende do que nos escolhemos para que eles sejam. &lt;br /&gt;O drama, a acao, o romance, a comedia, tudo faz parte de nossos dias. E eu nao quero acabar meu mundo, sempre pensando a mesma coisa, sempre agindo do mesmo jeito, sempre seguindo as mesmas rotinas - mesmo que eu goste delas.&lt;br /&gt;E porque eu me fecharia ao resto do mundo? It&apos;s a wonderful world!&lt;br /&gt;Tem falhas, mas se eu ficar calado, nao vou muda-las. Se eu so baixar minha cabeca, e colocar meus headphones, ignorando o mundo a minha volta, nao tem como eu transforma-lo. Talvez eu seja utopico demais, pensando que eu vou mudar algo de fato, mas ainda que seja algo minimo, eu acho que vou ficar feliz.&lt;br /&gt;O meu mundo pode morrer comigo, mas os outros ainda tem suas vidas. Isso e um ciclo, vicioso, e interminavel, como qualquer outro. E eu acho que ao expandir o meu mundo, eu vou alterar os dos outros, nao? &lt;br /&gt;Sim, talvez, so talvez, eu seja utopico demais. Talvez, eu realmente esteja querendo demais. Mas e o meu direito de sonhar, como sempre, nao? &lt;br /&gt;Talvez tambem, eu nao deveria pensar nisso agora. Talvez ainda seja cedo demais.&lt;br /&gt;Mas honestamente? Que se dane. Eu nunca gostei de &quot;talvez&quot;.</description>
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  <lj:music>I Caught Myself - Paramore (Twilight OST)</lj:music>
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  <pubDate>Thu, 15 Jan 2009 06:56:09 GMT</pubDate>
  <title>Pausa nos Atos: Post de &quot;como aprender snowboard&quot;.</title>
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  <description>1.Tenha paciencia.&lt;br /&gt;2.Preparar para cair muito de bunda.&lt;br /&gt;3.Nao se incomodar com neve entrando em todos os lugares possiveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se nao tiver com vontade de fazer tudo isso, gaste uns dolares e contrate um professor. Ajuda tambem. :D&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;:*</description>
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  <category>noiado meu!</category>
  <lj:music>Freak Out - Avril Lavigne</lj:music>
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  <pubDate>Tue, 06 Jan 2009 07:02:43 GMT</pubDate>
  <title>Ato I; Odio ~ O companheiro do meu sangue, que percorre minhas veias lentamente.</title>
  <link>http://thomas51.livejournal.com/30601.html</link>
  <description>&quot;Ele e meu ex-namorado.&quot;&lt;br /&gt;Eu andava na frente dele, como alguem podia ser tao lerdo, fisicamente e psicologicamente? Nao estava frio, nao estava chovendo, e nao nevava. A rua estava completamente vazia, como esperado de Vancouver as 5:00. Ele parou de andar, e eu me recusei a olhar pra tras. O silencio foi rapido, eu devo admitir. Nao achei que foi uma eternidade, pelo contrario. Mas eu desejava que tivesse sido.&lt;br /&gt;&quot;...Pera, voce e gay?&quot;&lt;br /&gt;...Como alguem conseguia ser tao...ignorante? Eu me perguntava, o odio ainda parecia tao distante naquele momento. Eu nao me virei. Ainda nao.&lt;br /&gt;&quot;Como voce demorou pra perceber. Entao minhas indiretas realmente nao adiantaram de nada?&quot;&lt;br /&gt;Eu parei de andar. Sim, eu continuei andando todo esse tempo. Odeio ficar parado.&lt;br /&gt;&quot;Creedo. Sai de perto de mim.&quot;&lt;br /&gt;Nunca senti tanto odio na minha vida. Raiva, eu sentia MUITA raiva. Como alguem podia ser tao hipocrita, a ponto de praticamente falar que tem nojo do que eu SOU. Ainda mais, do que ele com certeza E, mas teme admitir.&lt;br /&gt;Eu nao devia me sentir assim, so porque nao consegui ficar com alguem. Eu nao sou esse tipo de pessoa. Mas agora, agora eu tenho uma razao para sentir um odio profundo por ele. Nao so por ele, mas por praticamente todas as pessoas. Eu estou ficando cansado disso, de ser rodeado por idiotas, estupidos, ignorantes, hipocritas, mentirosos. Eu larguei minha mascara ha tanto tempo, e ingenuamente esperei de que os outros tivessem feito isso tambem, mas estava enganado. &lt;br /&gt;Eu estava completamente enganado.&lt;br /&gt;Entao eu simplesmente me virei. Olhei pra ele.&lt;br /&gt;&quot;...Ok. Tchau.&quot;&lt;br /&gt;Que vontade de empurra-lo na neve, enterra-lo la, e de causar dor. Que vontade de gritar com ele, de chuta-lo com toda a forca que eu tenho, ainda que fosse pouca. Ele simplesmente falou tchau tambem, como se fosse algo superior a mim. Que odio. Que odio. Que odio.&lt;br /&gt;Dess forma, comeca o primeiro ato de 2009. &lt;br /&gt;Meu ato, minha revolta, cheia de odio. &lt;br /&gt;Eu nao aguento isso.&lt;br /&gt;Eu nao...nao pertenco a esse lugar.&lt;br /&gt;Mas entao, onde diabos eu pertenco?!&lt;br /&gt;Eu quero mudar o mundo...</description>
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  <lj:music>Emptness - It&apos;s a wonderful world! OST</lj:music>
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  <pubDate>Tue, 30 Dec 2008 05:48:22 GMT</pubDate>
  <title>Antigo perfil do orkut +Segunda teoria inutil sobre a humanidade</title>
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  <description>Qual o segredo da felicidade;  &lt;br /&gt;Eu me pergunto em meio dos meus pensamentos.&lt;br /&gt;Já não sei ao certo o que devo realmente pensar, tudo para mim agora se resume ao caos.&lt;br /&gt;Ah, a compreensão, como eu a desejo.&lt;br /&gt;Mais do que tudo...talvez, talvez,&lt;br /&gt;eu finalmente esteja ficando louco.&lt;br /&gt;E não consigo mais diferenciar o real do surreal,&lt;br /&gt;mas qual o sentido da realidade? Qual o segredo dela?&lt;br /&gt;A realidade é relativa. Eu, e você, podemos ser personagens.&lt;br /&gt;Pura, e simples ficção, puro e simples sonho, de uma mente tão desequilibrada quanto a nossa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fundo mesmo, somos letras que se desprendem e se prendem, num ciclo vicioso -- e muito perigoso.&lt;br /&gt;No fundo mesmo, eu sou um personagem da minha própria mente, que luta para sair da mesma, me desprendendo do conceito de realidade, de normalidade, e me transformando no imaginável, no surreal, no anormal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;~&lt;br /&gt;Uma pequena e inútil teoria sobre a humanidade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas tem medo do desconhecido. E por este medo, elas fogem, esquecendo de quem realmente são.&lt;br /&gt;E as personalidades - esses artigos caros de lojas inexistestentes, vão sumindo. &lt;br /&gt;E a verdadeira vontade, o desejo sedento, e a realidade, somem.&lt;br /&gt;Cria-se uma fantasia, em que todos os sorrisos são verdadeiros.&lt;br /&gt;A ilusão de que todos são diferentes, é facilmente aceitada. &lt;br /&gt;Mas todos são iguais.&lt;br /&gt;Todos ouvem a mesma música.&lt;br /&gt;Todos vêem a mesma coisa.&lt;br /&gt;Todos possuem os mesmos sonhos, os mesmos desejos, as mesmas tolices.&lt;br /&gt;E quando algo desconhecido tenta se manifestar, é aniquilado.&lt;br /&gt;O medo não permite que nada entre na sua própria dimensão.&lt;br /&gt;O medo não [i]gosta[/i] que nada entre no seu mundo.&lt;br /&gt;E é este medo, não do conhecido, e sim do desconhecido, que [b]eu odeio[/b].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segunda pequena e inutil teoria sobre a humanidade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na medida que a pessoa cresce em sociedade, ela esta sujeita a transformacoes, escolhas, consequencias, e mudancas. Na medida em que a pessoa cresce em sociedade, ela esta sujeita a transforma-la, alterando suas escolhas, consequencias e mudancas. A questao e, quem quer alterar a sociedade?&lt;br /&gt;De certa forma, nem todos devem faze-lo. Isso chega a ser obvio. Imagine o caos que se instalaria no mundo, se cada ser quisesse muda-lo, de seu propria maneira. Mas isso leva ao problema de que ninguem acaba querendo mudar nada.  Nao que seja facil mudar algo tambem.&lt;br /&gt;Por exemplo, nos estamos no seculo XXI. Costumes do seculo XVII ate hoje sao mantidos, e isso pode ser problematico. Nao podemos esquecer que a natureza se adapta ao ambiente, e certas regras, certos dogmas, simplesmente nao valem mais.&lt;br /&gt;Entao, para que eu possa mudar algo, eu teria que quebrar uma “lei” que existe ha mais de 1.000 anos. Wow. Mas o fato e, eu quero mudar algo. Na verdade, quero mudar muita coisa, mas algo ja da pro gasto...por enquanto. Dane-se “querer nao e poder”, dane-se as regras com as quais eu cresci, com as quais eu tive que aprender a conviver.&lt;br /&gt;Elas simplesmente nao sao mais validas. Elas simplesmente estao antigas, e isso e um fato que nao pode ser contestado. Mas eu, sozinho, nao posso mudar muita coisa. Nao pretendo chamar ninguem. Na verdade, nao acho que minhas mudancas serao destacadas tao rapidamente. Podem levar anos, decadas, seculos, mas um dia, elas irao aparecer. Com ou sem creditos, eu nao me importo. Eu comecei.&lt;br /&gt;Tem gente que quer mudar tudo. Mas tem medo. Novamente, o medo.&lt;br /&gt;Entao, se escondem por mascaras. O classico sorriso, a classica piada, o classico gosto.&lt;br /&gt;Mas eu nao sou classico.&lt;br /&gt;Nunca vou ser.&lt;br /&gt;Por hora, so quero ajudar algumas pessoas, poucas pessoas, a entenderem que elas realmente se encaixam nesse mundo.&lt;br /&gt;De que elas nao sao erradas, e nunca vao ser.&lt;br /&gt;De que ha sonhos.&lt;br /&gt;De que devemos derrotar nossos proprios pesadelos.</description>
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  <pubDate>Tue, 30 Dec 2008 05:29:27 GMT</pubDate>
  <title>Ato VI ~ Pre-conclusoes. Ou deveria eu dizer, pre-conceito?</title>
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  <description>Escuridao. Eu me levantei, meu relogio gritando acorde com o som irritante do alarme. Havia esquecido completamente daquele alarme, e honestamente, nao achava que ele realmente fosse me acordar. Para minha suspresa, ele fucnionou. Desliguei o alarme que fica do lado da TV, e o do Nitendo DS. Olhei novamente pela janela, e vi nada alem da escuridao. Eram mesmo 6 e meia da manha? O inverno de fato era incrivel. &lt;br /&gt;Como meu banho diario e a noite, eu simplesmente troquei minhas roupas, e desci para lavar o rosto. Maldita agua congelante. Meu cafe da manha se resumiu a um copo simples de suco de laranja? Ou foram dois? Nao lembro. Fiquei jogando no meu NDS, ate meu “pai” sair do quarto para me levar a escola. Eu tinha certeza que podia fazer isso sozinho, mas insistiram. O sistema de Skytrain de Vancouver e simples, desde que voce pegue o jeito. Sabado por exemplo, eu perdi a estacao de Metrotown, e descobri que so deveria pegar outro trem, no sentido oposto, e ta-da. Metrotown.&lt;br /&gt;De qualquer forma, subi, grudaram um papel com meu nome escrito na minha jaqueta. A proposito, maldita ILAC com seus 3 fucking andares de escadas, que parecem mais como 10 andares. Desci, e fui com um grupo de 4 pessoas para o outro predio. Nao estava muito frio, e o fato deu estar usando uma camisa, um moletom e uma jaqueta ajudavam. E muito. &lt;br /&gt;Chegando no outro predio, subi as escadas. De novo. E depois segui pelo elevador.  A sala estava cheia de pessoas cujo rostos havia visto em manaus e bla bla. E todos olhavam pro grupo que entrava. –“&lt;br /&gt;Fiz um teste oral meio idiota. A mulher so fez perguntas basicas, nao sei se poderia ser chamado um teste. Na verdade, nao sei como ela vai saber se meu ingles e bom simplesmente perguntando “do you have brothers and sisters?”. Conversei com uma japonesa que estava do meu lado. Ate perguntei se ela era japonesa na sua lingua natal, foi interessante. Seguidamente, veio um teste de marcar. Terminei antes do tempo final, e fiquei olhando pro nada.&lt;br /&gt;Apos varias idiotices do carinha que cuida de nossas atividades, seguimos para um tour por downton. Maldito tour. Estava chovendo. Estava frio demais. E eu tinha que andar. Sem guarda-chuva. Maldito tour.&lt;br /&gt;Depois de minutos, ou horas, sei la, andando pelo centro da cidade, voltamos para a escola. Comemos pizza, e eu fui para um Shopping proximo com uns colegas. Depois, pegamos o trem, e fomos para Metrotown, outro shopping, so que meio...gigante.&lt;br /&gt;Eu vi muita coisa, e tou sem saco pra escrever tudo. x-x”&lt;br /&gt;Mas o lugar e otimo, gigante, e tem uma variedade de pessoas incrivel. O que me irritou foi o Filipe.&lt;br /&gt;Filipe e um garoto de 13 anos (quem me chamar de pedofilo leva um soco na cara, na barriga e na area genital), que eu me...interessei. Mas ele e do tipo que fala que uma mulher e gostosa, mas voce sabe que ele nao a acha gostosa. Eu fiquei meio puto com isso porque no meio da exibicao dele de “eu sou machao”, acabou atrasando a gente. E muito. E isso me irritou. E muito.&lt;br /&gt;Nao posso culpa-lo totalmente, mas isso e um saco. Eu ja fui assim tambem, eu sei, mas irrita. Eu ia desistir de algo, porque nao vim pra ca pra servir de baba. Porque isso que ele e, um pirralho. Nao completamente infantil, mas precisa crescer ainda.&lt;br /&gt;Eu precisava naquela epoca. Me falaram pra nao desistir, e que eu gostaria de ter alguem que me ajudasse quando tinha 13. Seria tudo mais facil pra mim, ou ao menos e o que parece. Entao, eu realmente deveria ajudar o garoto. Porem, e se ele nao aceitar me ajuda? Ao menos eu tentei...&lt;br /&gt;De certa forma, isso tambem e culpa  da sociedade. Alem de raiva, eu sinto pena dele. Ele tem que ser homem, porque se ele nao for, ele esta em apuros. Ele tem que seguir os padroes aos quais ele fora submetido, e isso vai piorar as coisas pra ele.&lt;br /&gt;Nao estou me achando um expert nem nada. Mas e porque isso geralmente acontece com todos, e ele nao vai ser uma excecao. Eu realmente espero que ele aceite minha ajuda...&lt;br /&gt;Dificil de acreditar, mas eu realmente quero ajudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S.: So porque um durmo com alguem do mesmo sexo quer dizer que eu nao sou “homem”? Na verdade, o que quer dizer “ser homem”? Ser ao mesmo tempo irracional e insensivel? De certa forma, homens, do sexo masculino, sao seres incriveis. Na medida que nao pensam em nada, tambem nao sentem nada. &lt;br /&gt;E isso e tao estranho, que se tornou normal, ainda que eu ache algo incrivel...&lt;br /&gt;Se for assim, eu nao quero ser normal.&lt;br /&gt;Nem incrivel.</description>
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  <pubDate>Tue, 30 Dec 2008 02:55:47 GMT</pubDate>
  <title>Ato V ~ Realidade; O caminho escolhido</title>
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  <description>Ato V ~ Realidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ca estou eu, em um aviao, em direcao a Toronto.  E sim, nao tenho o que fazer. Ja tentei dormir e nao consegui, ver Dark Knight de novo nao vai ser legal, e apesar de Mamma Mia ser contagiante, nao estou com paciencia. Digo, ja e um grande avanco eu conseguir assistir um filme, ainda mais tao recente, numa telinha na minha frente, no meu voo de 10 horas para a terra alem do Equador.&lt;br /&gt;Tambem ja e um avanco eu poder usar o notebook dentro do aviao, e ainda poder carregar a bateria dele quando estiver necessitando. Definitivamente, nao vou conseguir dormir nesse voo. Se bem que um avanco muito mais bem-vindo seria um teclado com acentos. Odeio escrever coracao e afins.&lt;br /&gt;De qualquer forma,  o dia em Sampa foi cansativo. E sim, ainda assim eu nao consigo dormir. Sera que a coca que eu tomei ainda pouco surtiu esse efeito? Acho que nao posto aqui desde antes do natal. Entao seria bom escrever um pouco, e mandar noticias para a unica ser que le isso (oi luciana, tudo bem? 8D), mas como estou com medo de nao ter tempo –ou vontade, de redigir esse texto em Vancouver, prefiro faze-lo agora. Viva aos .docs.&lt;br /&gt;O Natal foi um tedio. Nenhuma surpresa ai, pra falar a verdade. Minha familia nao consegue ser interessante, e eu ja desisti de tentar ve-los assim. Entao, eu comi, bebi, rezei, e fui pra casa. Wow.&lt;br /&gt;O dia 25 em si, foi ansioso. E pensar que nessa hora, ontem, eu estava num voo para Sao Paulo, e agora estou num voo para Toronto. Acho otimo ficar longe da minha familia. Sinto saudades, logico, mas ter um gostinho de liberdade sempre cai bem. Ainda que essa liberdade seja limitada.&lt;br /&gt;Quanto aos amigos, estou com mais saudades ainda. Acho isso estranho, o fato de sentir mais falta de meus amigos do que de minha familia, mas acho que e algo ate natural. Eu fico mais tempo falando com meus amigos do que meus familiares, e sao meus amigos que sabem de tudo sobre mim. Fazer o que?&lt;br /&gt;Nao ha acontecimento realmente importante para marcar esse ato. Talvez haja um, mas nao estou afim de escrever sobre isso, ainda mais dentro de um fucking plane que comecou a balancar. (Comecou e balancar. Cedilhas, I miss you.)&lt;br /&gt;Bom, acho que nao tem problemas ficar com o notebook e com a minha mochila nos meus pes, certo? Preciso de alguma distracao. Acabei de checar, la fora esta -40 Farenheit. Isso me lembrou de Vancouver, e do possivel frio mortal que vou enfrentar.&lt;br /&gt;Bom, acho que baiscamente e isso. Parece que nossa altitude esta...aumentando? Ou baixando?&lt;br /&gt;Nao estou prestando muita atencao. A mulher so me informou de que o cinto deveria esta preso, e ele esta beibe.&lt;br /&gt;Ah, a velocidade ta diminuindo. Tuburlencia? Whatever. Bom, e isso. Nao tenho muito o que falar. Esse post foi realizado o mais rapido possivel, ok? (a)”</description>
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  <pubDate>Wed, 24 Dec 2008 04:28:59 GMT</pubDate>
  <title>Ato IV; Musica ~ A melodia da tristeza</title>
  <link>http://thomas51.livejournal.com/29517.html</link>
  <description>Eu realmente nao queria ser acordado naquele domingo. Nao tao cedo. Maldito sol do meio dia, repeti na minha mente, levantei, e fui cuidar de tudo que tinha que cuidar ao acordar. O dia foi um tedio, e nao havia muito a se fazer. Passei a tarde toda na internet, ate chegar o momento de ir para a casa de minha amiga, e ajuda-la com as preparacoes para uma festinha em celebracao ao meu aniversario. &lt;br /&gt;Reencontrei uma antiga colega, e meus amigos so chegaram por volta das 21 horas. E eu nao sabia exatamente o que falar, porque mesmo que somente um mes nos tivesse sepadaros, eu sentia que nao sabia mais quem eles eram. A noite foi completamente monotoma. Nao havia mais as risadas que sempre existiram, e nao parecia mais a mesma coisa.&lt;br /&gt;As pessoas mudam. Pode parecer algo raro, mas na verdade e extremamente comum. Pouco a pouco, elas vao se transformando, numa metamorfose sem fim. A especie humana se alimenta de mudancas, de revolucoes, de transformacoes, e mantem a ilusao de que o mundo e constante.&lt;br /&gt;Mas nao e. E nunca foi.&lt;br /&gt;Meus amigos foram embora aproximadamente 23:00. Eu me sentia ridiculo, e nao sabia se ficava com raiva ou com tristeza. Sempre me orgulhara por ser diferente, e ter dois amigos. Era pouco, sim, mas eles bastavam por 10. Ou ao menos assim era...&lt;br /&gt;Comecei a refeltir entao, o que aconteceria no proximo ano. Nada seria igual, e eu desejei voltar no tempo. Para aqueles dias onde eu podia sorrir sem me preocupar se alguem teria medo, ou vergonha, da minha pessoa. Onde eu podia sonhar livremente, e estaria protegido pelas minhas mentiras.&lt;br /&gt;Mas eu escolhi o caminho da verdade, e terei que aguentar as malditas consequencias. Talvez eu nao sirva para a falar verdade, nao sei. Tenho que me acostumar com a ideia de que minha confianca sera traida constantemente, e que pessoas que eu pensei que seriam para sempre, nao passarao de uma memoria em preto e branco.&lt;br /&gt;Acho que o que eu deveria sentir e odio. Nao consigo ser uma pessoa completamente boa, e entender o lado dos outros. De fato, eu &lt;b&gt;cansei de me importar com isso.&lt;/b&gt;Novamente, estou pedindo um pouco de egoismo. So espero que esse pouco nao se acumule, se tornado muito.&lt;br /&gt;Agora que e terca, e eu ja me acalmei mais, possso escrever isso de maneira mais logica do que emocional. Mas ainda assim, acho que o que eu devo sentir e odio. Nao vou me achar superior por entender mais do que os outros, nem nada.&lt;br /&gt;So vou sentir odio pela estupidez alheia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que venha o Ato V; Realidade ~ Quando o caminho que eu escolhi, a verdade, doi cada vez mais.</description>
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  <lj:music>How you remind me - Nickleback</lj:music>
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  <pubDate>Sat, 20 Dec 2008 03:44:00 GMT</pubDate>
  <title>Ato III; Pesadelos: Quando a vida nunca se compara ao sonho</title>
  <link>http://thomas51.livejournal.com/29430.html</link>
  <description>Voce nao me conhece nem um pouco.&lt;br /&gt;Minhas maos ainda que tremiam, logo depois deu terminar de escrever aquela frase. Odio. O odio estava habitando cada veia, cada arteria de meu corpo, cada musculo, cada ponto essencial para a vida, estava cheio de odio. Eu queria saber o porque, mas nao precisava mais de confirmacao, a verdade, digo, a &quot;verdade&quot;, a qual eu acho que nunca vou conhecer, estava implicita. E eu estava cansando de me importar.&lt;br /&gt;Nessa altura, meus olhos ja estavam se fechando. Desliguei tudo, e fui para o quarto, dormir. A minha cabeca doia, e eu teria que acordar cedo no dia seguinte. 5 horas. Para quem esta acostumado a dormir de 8 a 10 horas por dia, 5 horas parecia ser algo ridiculo. &lt;br /&gt;Nao demorou muito, e eu ja estava na casa dela. O dia passou, e nada de especial acontecera. A noite, descemos, e jogamos UNO com as pessoas do predio. Depois fui para minha casa, e segui para o cinema, para assistir Crepusculo, que ate me surpreendera. O livro e infitas vezes melhor, mas ainda assim valeu os 7 reais.&lt;br /&gt;Chegara em casa a 00:00. Estava exausto. Tomei banho, vesti meu pijama, vi um pouco de tv, e fui para a cama. Acordara por volta das 10:40, minha cabeca tonta como sempre. Morria de fome, nao havia comido nada desde o almoco do dia anterior. Entrei no MSN, fui falando com as pessoas de costume...&lt;br /&gt;Levantei para buscar comida. Meus labios estavam ressecados, e isso me preocupava. Bebi alguns copos de agua, e voltei com uns nuggets. Ele entao entrou, e eu simplesmente comecei a falar com ele, como sempre. Vic nao estava mais tao presente, mas nao era algo para ser ignorado. O que aconteceu hoje so prova isso. Terei que esperar mais tempo...&lt;br /&gt;De qualquer forma, acabei me surpreendendo com o que eu fiz com ele hoje. Nao com Vic, com outra pessoa. Estou animado, nao vou esconder, mas acho que sao so brincadeiras. Espero que sejam so brincadeiras, nao posso me da ao luxo de cair no mesmo truque duas vezes. &lt;br /&gt;Nao vou entrar em detalhes sobre o que aconteceu, e agora devo prosseguir. O fim de tarde, e a noite, prosseguiram normalmente. Ha alguns momentos, meu namorado, digo, ex-namorado, veio terminar comigo, e querer ser meu amigo. Eu aceitei sem problemas, nao estou triste com isso, nem magoado. Se e o que ele quer, entao tudo otimo.&lt;br /&gt;Ai que veio o Vic, com a ajuda dele. Ainda bem que ele lembrou-se de que estava &quot;proibido&quot; de faze-lo, e entao eu percebi como seria dificil. Apesar de tudo, o capitulo 3 foi bom. Eu realmente pensei que coisas bem piores poderiam acontecer...&lt;br /&gt;Se bem que eu ainda tenho que pedir dseculpas dele. Bom, que seja.&lt;br /&gt;Deixemos isso para o Ato IV; Musica: Quando eu percebo que musica e amor sao sinonimos.</description>
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  <lj:music>Lifeboats - Snow Patrol</lj:music>
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  <pubDate>Thu, 18 Dec 2008 03:09:22 GMT</pubDate>
  <title>Ato II; Consequencias. Quando minha mente e meu coracao comecam a discordar.</title>
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  <description>E eu ja nao sei se devo chorar. Eu ja sabia.&lt;br /&gt;Isso era um fato, o qual eu tentava esconder com todas as minhas forcas, mas Deus, eu tinha completa e absoluta certeza de que era so uma questao de tempo ate eu sentir a inveja por outra pessoa, que recebeu o que eu nao recebi. Suspirei, chorei, me distrai, e enfim sai.&lt;br /&gt;Eu nao podia me prender aquilo, nao podia deixar que as correntes me puxassem para a escuridao novamente, ainda que eu nao estivesse acostumado com a luz, com a pouca luz, que comecava a surgir. Parecia facil, parecia simples, mas nao era. Nao e. &lt;br /&gt;Tambem me perguntei se ele sequer lembrou de mim. Porque nao e justo...Eu sei que existem mais empecilhos do que qualquer outra coisa, mas simplesmente nao e justo. Nao estou culpando nenhuma pessoa, estou culpando a vida. O destino, ou seja la como voce chame.&lt;br /&gt;Estou culpando a dor que eu sinto agora, e que nao quero sentir. Estou culpando meus sonhos, estou culpando minha mente. Este e o ato II, consequencias. Sera que se eu nao tivesse dito tudo aquilo, ainda teria alguma brisa de esperanca para me atar? &lt;br /&gt;Nao ha mais nada de serio para ser comentado. Este e um ato curto, direto, e extremamente perigoso. Continuarei “dividindo” minhas experiencias em atos ate o fim do ano, e entao irei zerar o contador. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanha comeca o Ato III: Pesadelos. &lt;br /&gt;Poderei eu sobreviver aos devaneios mais sombrios de minha mente?</description>
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  <lj:music>Savin&apos; me ~ Nickelback</lj:music>
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  <pubDate>Mon, 15 Dec 2008 02:38:09 GMT</pubDate>
  <title>Ato I; Escolhas. Quando as palavras que saem de minha mente afetam mais do que uma pessoa...</title>
  <link>http://thomas51.livejournal.com/28749.html</link>
  <description>Nao tenho eu o direito de sentir o gosto doce, prazeroso, do egoismo?&lt;br /&gt;Em um momento do coragem, eu falei as palavras que deveria ter dito ha muito tempo. Nao sei ao certo se valeu a pena, ou se deste modo a dor ira parar. Mas ela estava eu, derramando minhas lagrimas enquanto no meio da escuridao, outra alma tentava fazer com que suas palavras alcancassem mais de uma pessoa. &lt;br /&gt;As escolhas que todos nos fizemos, ah sim...as escolhas. Acho que meus sentimentos em relacao aquela pessoa, que sentava na minha frente anteontem, e pura amizade. Fiquei feliz em saber disso, mas a tristeza era maior. Ou seria a raiva? Nao que realmente importasse o que eu sentia, porque a denominacao nao mudaria o sentimento. &lt;br /&gt;Nunca agradeci tanto por ficar dentre a escuridao. Minhas lagrimas foram escondidas com exito. Eu realmente nao sabia mais nada, e ja tremia. Nao era pelo frio, e sim pela dor. Tristeza. Raiva. Que seja. A questao e, eu fiz uma escolha. E naquele momento, eu nao era o unico. Naquele quarto, tres pessoas faziam tres escolhas, cada uma com seus motivos, com suas razoes, com seus desejos, motivacoes, e negacoes. Naquelas ultimas horas, com as poucas pessoas que eu falei, milhares de escolhas foram feitas.&lt;br /&gt;O que vestir, o que comer, o que falar, com que sonhar, com [i]quem[/i] [b]nao[/b] sonhar. Eu poderia me importar com perguntas mais profundas como &quot;e melhor escolher ou nao?&quot;, ou, &quot;toda escolha importa?&quot;, mas eu realmente estou sem paciencia para faze-lo.&lt;br /&gt;O que realmente importa e que, escolhas foram feitas. No fundo, nao importa o que escolhemos, mas sim as malditas consequencias. O mundo nao e feito de escolhas, e sim de consequencias. E eu fico me perguntando, que consequencias terao minha escolha causado? Eu nunca dei a minima para isso, mas como era de se imaginar, dessa vez uma excecao fora criada. Ate porque, ele me perguntara algo do tipo; &quot;isso pode estar me magoando, sabia?&quot;&lt;br /&gt;Mas ai que esta o inicio deste ato. Nao posso eu ter um pouco de egoismo, e pela primeira vez em meses pensar em mim mesmo? Nao posso eu, me concentrar nos meus pecados e nas minhas faltas, nao posso eu ferir o coracao de alguem, enquanto o meu ja foi completamente esmagado? Nao se trata de vinganca. Trata-se de eu querer viver. &lt;br /&gt;Eu so queria que ele pudesse entender.&lt;br /&gt;E que venha o Ato II; consequencias.</description>
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  <lj:music>Another Way to Die - Jack White feat. Alicia Keys</lj:music>
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  <pubDate>Sat, 13 Dec 2008 06:33:31 GMT</pubDate>
  <title>E o sorriso demoniaco estava no meu rosto; ~ Pre-Ato I</title>
  <link>http://thomas51.livejournal.com/28420.html</link>
  <description>Meus olhos castanhos pareciam vermelhos. O homem que estava na minha frente perdeu o sorriso simplorio estampado no rosto imediatamente. A mesa permanecera calada, somente dois sons quebravam a barreira do silencio; a risada da garota, e as pequenas gotas de chuva, indo contra o chao. Eu continuei encarando-o nos olhos, como fiz varias vezes naquela noite. Nao sabia ao certo se o tinha assustado, ou se ele ainda processava a ideia do fato de que eu perderia a minha virgindade com um homem. Isso com certeza implicaria em outras ideias e sugestoes, que se esconderam entre as linhas.&lt;br /&gt;Quebrei o contato de olhos. Ele estava me assustando. Nao sei se eu somente estava refletindo o que ele estava sentindo, mas me senti por um breve momento, preocupado. Novamente, o sorriso simplorio que chamava tanto minha atencao voltou, a mesa voltava a se animar novamente.&lt;br /&gt;Mas eu nao estava satisfeito. Contudo, controlei meu desejo, cujas proibicoes vao alem das passadas. A conversa continuou na medida em que revelavamos os nossos segredos mais intimos, que estavam gritando por liberdade ha eras. &lt;br /&gt;Quanto ao garoto que estava do meu lado, nunca fora de minha itencao feri-lo, ou assuta-lo. Somente ditava um fato, que nao pode ser mudado, indepedente da luta, indepedente do desejo. Minhas palavras podem ter sido frias, mas nao passam da verdade. A verdade e fria. E eu gostaria de que aquela crianca nao tivesse que passar por tudo que eu passei. &lt;br /&gt;As estrelas voltavam a brilhar, mas o vento frio nao desistia de cortar a minha pele com seu egoismo. Nao consegui ver a lua, e sinceramente, nao tinha a minima vontade de faze-lo. Enquanto a pessoa que anteriormente estava sentada na minha frente tentava roubar o coracao de uma dama, minha mente puxava situacoes, casos, desculpas, e tudo que fosse possivel para construir um cenario dos proximos dias. &lt;br /&gt;Nao demorou muito, e eu ja estava no carro. A despedida nao foi exatamente calorosa, um aperto de mao. Tentava me concentrar na conversa, mas a musica eletronica, e os cenarios desenhados pela minha mente nao me deixavam exatamente em paz. A reacao dele fora boa, e ainda que ele nao demonstrasse nenhum gosto na minha pessoa, a ideia de que eu dormisse la parecia te-lo animado.&lt;br /&gt;O que estava acontecendo?&lt;br /&gt;Ao chegar em casa, tomei um banho rapido, vesti minhas calcas azul do pijama, e rapidamente entrei na internet pelo notebook. Imediatamente, a garota falava comigo, sobre a surpresa continua que a minha revelacao havia causado. Eu ri um pouco, e depois descobri a primeira mentira. Me indaguei se seria a ultima.&lt;br /&gt;De qualquer forma, descobri de que ele suspeitava sobre o que eu era, e ele me falara o contrario no nosso jogo da verdade. Isso demonstrou uma necessidade de troca nos cenarios. Se de fato, ele suspeitava de algo, porque continuar com as brincadeiras? Porque me permitir sentir sua pele, quente, viva, macia?&lt;br /&gt;Isso teria que ficar para depois, ou seja, para o momento em que eu me dedicaria a redigir este texto. Durante a conversa que nos tivemos, me perguntei se eu so seria usado para aprofundar a relacao entre eles. Os cenarios teriam que ser trocados novamente, criando novas possibilidades, porem me encontrava demasiadamente cansado para modifica-los.&lt;br /&gt;Agora sao 2:28 da manha, e eu provavelmente visitarei minha amiga de novo. Nao sei ao exato o que acontecera, e nao sei se tenho a permissao para cumprir meus desejos carnais, e pecadores. Nao me sinto perdido, mas tambem nao me sinto confiante, como deveria. Sim, a verdade e muito fria...&lt;br /&gt;Os cenarios estao prontos, creio eu. Os personagens estao a seus postos.&lt;br /&gt;Que comece o Ato I.</description>
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  <lj:music>The Golden Floor - Snow Patrol</lj:music>
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  <pubDate>Fri, 12 Dec 2008 02:57:35 GMT</pubDate>
  <title>Cap. 1 pela metade :D</title>
  <link>http://thomas51.livejournal.com/28301.html</link>
  <description>Fuu no Housen, o lider da poderosa corporacao Fight Your Own, ou FyO, estava sentado em frente de uma casa feita de madeira, que possuia dois andares. Sua pele palida reclamava do Sol que brilhava timidamente, entre as folhas da floresta de Gohfgan.  Pensava no momento em que o Sabio iria finalmente responde-lo, se e que isso ainda aconteceria. &lt;br /&gt;De repente, uma bola azul surgiu do nada, atingindo a porta em cheio. Housen se levantou assustado, e viu Fye se aproximando, com um sorriso besta no seu rosto.&lt;br /&gt;- Ola, Housen – Disse o mago com seu sorriso demente de semrpe. &lt;br /&gt;- Fye! Entrar assim....o sabio nao ira gostar disso.  – Respondeu Housen, vendo que o mago ja estava praticamente dentro da casa. &lt;br /&gt;- Algo me diz que ele nao vai...se importar. – Equanto falava, papeis eram levantados e voavam, todos na frente de Fye. Na medida que o mago ia avancando, Housen usava sua influencia sobre o ar para ler os papeis e depois devolve-los aos lugares de origem. – Tem algo muito estranho nesse lugar.&lt;br /&gt;- Sim, e logico que tem algo estranho! – Susurrou Housen, com medo de que alguem o ouvisse – Tem um cara que usa uma capa de frio nesse inferno de floresta revirando os papeis de um homem que tem o dobro da idade dele.&lt;br /&gt;- Housen, apesar da minha aparencia eu sou bem mais velho do que voce imagina. – Fye agora estava na cozinha. Abriu a geladeira, e a mesma estava vazia. Uma sombrancelha do mago se levantou, e a porta foi fechada antes que Housen pudesse entrar no recinto . – Definitivamente, ha algo muito estranho aqui. Antes que o lider da corporacao pudesse reclamar, Fye ja adentrava o porao, e a porta foi trancada.&lt;br /&gt;Housen entao seguiu para o andar de cima, resmugando, com raiva do mago. Ja fazia tempo que ele planejava cortar contato com ele, mas era dificil quando Fye nao parava de aparecer nos mesmos lugares que ele. &lt;br /&gt;- Eu sei que e um porao, mas podia ser mais claro... – Reclamou Fye, produzindo luz pelo seu cajado. O local era imenso demais, ate mesmo para um porao.  Ele deu um suspiro, e continuou andando. Aquele lugar fedia, mas fora isso, nada parecia fora do lugar.&lt;br /&gt;Foi quando ele viu, bem no fundo. Nao sabia porque nao tinha notado as velas primeiro, mas lutava para ver o que tinha atras delas. Se aproximou, desenhando runas no ar que estavam desativando as magias ridiculas de defesa. E la estava, um caixao, roxo profundo.&lt;br /&gt;Housen estava no segundo andar, quando notou uma luz por debaixo de uma das portas. Estaria o Sabio em meditacao? Hesitou em entrar no primeiro momento, mas o Velho com certeza ja sabia da sua presenca naquele local.  Abriu a porta lentalmente, e suas maos protegeram seus olhos imediatamente da enorme quantidade de luz que emanava daquele local. Housen sabia que tinha chegado no local certo. Sim, ele alcancara o Sabio antes que Fye. Agora, ele saberia a verdade...Toda a verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fye corria pelas escadas, em direcao ao segundo andar. Tinha que avisar Housen, e rapido. No meio do caminho, ele parou. La estava Housen, estatico. Seus olhos eram profundos, e pareciam sedentos...&lt;br /&gt;- ...Mor-ra. – Uma bolha de Ar surgiu do nada e prendeu Fye. Parecia se apertar, principalmente na area do pescoco do mago, com o intuito de enforca-lo. O seu cajado estava fora da bolha.&lt;br /&gt;- M-e sol-te, maldi-to! – Fye esticou os bracos, e uma lanca azul se formou em cada, cortando o ar da bolha. O mago rapidamente pegou o seu cajado, mas Housen fora mais rapido, e acertou uma voadeira em Fye, que caiu no primeiro andar, segurando o cajado, com uma expressao de confusao e dor. &lt;br /&gt;- Esse era seu plano esse tempo todo, nao? Rouba-los de mim! – Uma rajada de vento acertou Fye, levantando o mesmo, e o forcando ao chao novamente. – Mas o Sabio me avisou, de tudo. Eu cheguei primeiro, Fye.&lt;br /&gt;- O Sabio esta morto, seu idiota... – Fye tentou levantar, mas outra rajada de vento o forcou ao chao novamente. &lt;br /&gt;- Sim, ele me avisou de que voce usaria esse truque idiota para tentar me iludir. MAS NAO VAI FUNCIONAR – O grito de Housen acordou os animais, e FMAS NAO VAI FUNCIONAR – O grito de Housen acordou os animais, e Fye viu que nao teria outra escolha, senao lutar.&lt;br /&gt;- Sinto muito Housen, mas voce esta absurdamente enganado! – Granizo se materializou em cima de Housen, e Fye aproveitou a distracao para sair da linha de fogo do mesmo. – Cristais de Gelo! – Estacas de gelo apareceram debaixo de Housen, mas todas foram destruidas pelo ar. - ...Mas...?&lt;br /&gt;-Nao seja ingenuo, Fye! Eu ja parei com esses truques de crianca ha muito tempo – Housen levantara as maos, e um sorriso diabolico, e estranhamente satisfeito, se estampou no seu rosto. – Final Press. &lt;br /&gt;Fye foi levantado, como se estivesse preso por correntes de ar. Novamente, seu baculo caiu no chao, e enquanto isso, correntes de ar vinham de todo o lugar e acorrentavam mais e mais o mago. Nao demoraria muito, e seus ossos estariam quebrados sem qualquer esforco.&lt;br /&gt;- Voce esquece do poder que eu tenho nas minhas maos, Housen. Blue Chaos! – Aparentemente, ondas azuis sairam da mao de Fye, e comecaram a crescer, congelando qualquer coisa que encontrassem. Housen viu suas correntes de ar serem congeladas, e comecou a desviar das pequenas ondas, para que ele mesmo nao fosse. – Eu tambem sei brincar com adultos. – Fye se libertara das correntes de gelo, e agora pegava seu cajado. – Desculpe novamente.&lt;br /&gt;Um cristal imenso surgiu, e aprisionou Housen. Fye aproveitou a deixa e saira da casa, em direcao da floresta. Alguem havia planejado tudo aquilo, detalhadamente, e estava tendo completo sucesso.&lt;br /&gt;Mas agora nao era momento para se preocupar com isso. O mago sentiu uma especie de bloqueio, e nao conseguia invocar suas runas. Sua unica escolha era correr, e chegar ao Fire Circle, local mais proximo. &lt;br /&gt;Entao, ele tropecou, e olhou para tras. Aparentemente, Housen havia se libertado do cristal, e nao estava muito feliz. &lt;br /&gt;- Final Pr--&lt;br /&gt;Um forte estrondo foi ouvido na floresta. Um portal se abriu atras dos dois, e duas silhuetas de capuz apareceram.</description>
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  <pubDate>Wed, 10 Dec 2008 04:53:08 GMT</pubDate>
  <title>A tale, voices, words, spread through the paper...</title>
  <link>http://thomas51.livejournal.com/27913.html</link>
  <description>[...]&lt;br /&gt;- Voce esta bem, garotinha?&lt;br /&gt;Julie nao via o rosto do homem que agora falava com ela. Onde estava, exatamente? Lembrava de uma festa, de que um garoto popular lhe havia convidado...Mas agora, encontrava-se perdida. Quem era aquela pessoa que lhe estendia mao? Estava tonta, confusa, queria ir pra casa...&lt;br /&gt;-Qu-quem e voce? - Sua mao e voz tremiam, e ainda nao conseguia ver nada naquele local. O homem era um borrao, e a voz dele nao parecia muito firme pra ela. &lt;br /&gt;- Esta tudo bem... - Ele ajeitou o cabelo da garota, colocando o mesmo para atras da orelha. A visao dela melhorara um pouco, contudo, tudo ainda era parte de uma obra surreal. Ela pode ver a camisa azul do homem que agora lhe estendia a mao, e indagava, nao sabia se mental ou verbalmente, se ele era um policial ou nao. - Meu nome e David, voce esta bem? - O homem repetira a pergunta, e Julie se limitou a balancar a cabeca. Ela ouviu David dando um suspiro, parecia aborrecido.&lt;br /&gt;- Senhor... o que exatamente eu fiz? - Sua voz ainda era fraca, mas parecia relativamente mais firme. Olhou para si de relance, abaixando a cabeca, e notou que ainda usava o vestido da festa, que estava extremamente amarrotado. Nao sabia ao certo o motivo, mas o panico comecava a se infiltrar em sua mente.&lt;br /&gt;- Voce nao fez nada, voce nao fez nada.... - David parecia triste. Ate aquele momento, Julie nao havia notado a presenca de outras pessoas no local, que cada vez mais tomava a forma de um quarto de hotel. Viu mais pessoas de camisa azul, e uma delas tirava foto da cama, e do teto. Ainda eram sombras, de modo que os sexos estavam indistintos. De fato, uma pintura surreal.&lt;br /&gt;- Por qu--- O que essas pessoas estao fazendo? - A voz agora estava com aspecto sonolento. A garota se sentia cansada, e o panico se infiltrava mais e mais em sua mente. Ela queria ir para casa. - Eu quero ir pra casa. &lt;br /&gt;Ela nao ouviu nenhuma resposta de David, e para sua sorte, nao viu a expressao de preocupacao no seu rosto.&lt;br /&gt;- Temo que voce nao possa ir para casa agora...Temos que leva-la ao hospital, sinto muito.&lt;br /&gt;- Hospital?! Eu nao quero ir a lugar algum, eu quero minha casa! Onde estao meus pais?! &lt;br /&gt;- A caminho do hospital.&lt;br /&gt;- Senhor David, o que aconteceu comigo?&lt;br /&gt;David a abracou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aquela memoria dava mais odio a garota, que brincava com a faca agora perto de seu queixo. Ao lado do computador, havia um quadro eletronico, exibindo fotos. A maioria eram de sua viagem a Australia, outras mostravam ela com sua familia em diversos momentos, e uma em especial, mostrava Collin. Nesse momento, a faca passou raspando por perto do quadro, acertando o vazio, e se revoltando no chao. Collin. Maldito Collin, tudo era culpa dele. Como ele podia te-la enganado assim? Aquele quarto, e tudo que ela teve que passar depois daquilo. A humilhacao em que foi submetida, o odio pulsava por suas veias, cada vez mais preciso, cada vez mais sedento de vinganca. &lt;br /&gt;Julie andou calmamente pelo quarto, e juntou a faca. Olhou para o relogio preso na parede, e ja eram quase 9 da noite. Seus pais chegariam logo do hospital, foram ver os seus ultimos exames. Ela decidiu guardar a faca, e apagar qualquer vestigios de suas acoes pre-suicidas.&lt;br /&gt;A questao era, a mente da garota ja estava um completo caos, e suicidio nao parecia mais algo viavel.&lt;br /&gt;Agora, homicidio...&lt;br /&gt;Um sorriso se estampou no rosto dela, sua alma vibrava com a ideia. E o caos, seu novo amante, lhe organizava futuras ideias. Sera que seria uma Serial Killer, ficaria famosa, pelos seus assassinatos? Teria seus crimes divulgados, ou somente faria o de sua vinganca, que acalmaria sua alma?&lt;br /&gt;Sua sede por sangue iria aumentar? &lt;br /&gt;Se deitou, ainda maravilhada com as novas possibilidades que se abriam para ela. Ouviu o som de carro estacionando, e fechou os olhos.&lt;br /&gt;Nao teria pressa. Sua vinganca seria lenta...e mortal.</description>
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  <category>noiado meu!</category>
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  <pubDate>Tue, 25 Nov 2008 01:55:07 GMT</pubDate>
  <title>I&apos;m so ridiculous;</title>
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  <description>&apos;Cause it hasn&apos;t been a day, and I already cried...&lt;br /&gt;I love you so much, but I&apos;m weak, I&apos;m ridiculous, I&apos;m stupid.&lt;br /&gt;... Sorry. ._.</description>
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  <category>fuck</category>
  <category>noiado meu!</category>
  <category>love</category>
  <lj:music>Mean - P!nk</lj:music>
  <media:title type="plain">Mean - P!nk</media:title>
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  <pubDate>Sat, 08 Nov 2008 01:38:13 GMT</pubDate>
  <title>&apos;Porque não é natural&apos;</title>
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  <description>Então sinto muito, eu não pertenco a natureza. Por meio deste texto inútil, e vazio para a maioria das pessoas, eu desisto de minha naturalidade, de minha normalidade. &lt;br /&gt;Porque eu já estou de saco cheio de ouvir gente dizendo que certa coisa não é natural, e pior, ouvir pessoas que serão futuros advogados, declarando que tal coisa vai de contra à normalidade.&lt;br /&gt;Mas o que é a normalidade? Se ser normal, é ser preconceituoso, é ser idiota, é ser conformado, então me desculpem, eu sou anormal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vou mais aguentar esse tipo de coisa. Não vou sequer discutir. Eu sou anormal, e digo isso com orgulho. Prefiro ser anormal do que ser parte do que hoje dizem que é natural. Prefiro ser uma &apos;aberração&apos; do que ser você.</description>
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  <pubDate>Tue, 07 Oct 2008 00:44:28 GMT</pubDate>
  <title>another dream being lost</title>
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  <description>&lt;em&gt;No one to ask; &apos;&lt;strong&gt;are you ok?&lt;/strong&gt;&apos;&lt;br /&gt;No one to say; &apos;&lt;strong&gt;why don&apos;t you obey?&lt;/strong&gt;&apos;&lt;br /&gt;Nobody&apos;s here.&lt;br /&gt;It&apos;s the end of the dream.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It&apos;s been a rough night&lt;br /&gt;The tears don&apos;t stop jumping off my eyes&lt;br /&gt;Words fixed in my mind&lt;br /&gt;How I hate that desire...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No one to ask; &apos;&lt;strong&gt;why do you cry?&lt;/strong&gt;&apos;&lt;br /&gt;No one to say; &apos;&lt;strong&gt;Why don&apos;t you wake up?&lt;/strong&gt;&apos;&lt;br /&gt;I&apos;m so tired....&lt;br /&gt;Tired of all my fakes smiles.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;...&lt;br /&gt;It&apos;s revolution time. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/u&gt;</description>
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  <category>lost poems</category>
  <lj:music>Violet Hill - Coldplay</lj:music>
  <media:title type="plain">Violet Hill - Coldplay</media:title>
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  <pubDate>Sat, 23 Aug 2008 01:46:09 GMT</pubDate>
  <title>He doesn&apos;t love you.</title>
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  <description>I guess some people don&apos;t deserve a happy ending.&lt;br /&gt;I hate it...I need...something...someone...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...</description>
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  <category>fuck</category>
  <lj:music>The Reason - Hoobastank</lj:music>
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  <pubDate>Mon, 18 Aug 2008 01:13:28 GMT</pubDate>
  <title>._.</title>
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  <description>Tá começando a doer. Ontem doeu muito...</description>
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  <pubDate>Fri, 25 Jul 2008 19:20:05 GMT</pubDate>
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  <description>The jeaolus boy, the red-haired girl, and the genius were talkin&apos; about books and fiction, when she came up. The sad girl came up, with a broken smile, stamped on her face. She sat down, and said something like, hi, how are you guys, pretending to be happy. The truth was that she couldn&apos;t stand be near him, not anymore.&lt;br /&gt;But it was just a question of time, when he showed up. Their looks met, and he tried to kiss her, but she stood up and went off to the bathroom. The jealous boy watched it all, silently. He didn&apos;t look right on his face, he was scared to know which expression his friend has made. If he was similing, or if he was sad. What was the strong friend doin&apos;?&lt;br /&gt;A litlle later, the jealous boy&apos;s best friend said that they were brothers. That would not help in the boy&apos;s situantion, which only wish by now, was to kiss him deeply, and regardless.</description>
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  <pubDate>Wed, 16 Jul 2008 20:27:14 GMT</pubDate>
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  <description>Gosh, Tsubasa OAD. *-*</description>
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  <category>tsubasa</category>
  <category>oad</category>
  <lj:music>Pulsos- Pitty</lj:music>
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  <pubDate>Mon, 14 Jul 2008 20:44:26 GMT</pubDate>
  <title>This guy ain&apos;t read for love.</title>
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  <description>Yeah...and now things are quite a mess....anyway...I think the answer will be &quot;no&quot;. Don&apos;t think it&apos;s my turn.</description>
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  <category>???</category>
  <lj:music>Never Too Late- 3 Days Grace</lj:music>
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  <pubDate>Tue, 10 Jun 2008 00:55:23 GMT</pubDate>
  <title>Update o/</title>
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  <description>Weekends sometimes might be very usefuls. In the weekends, we discover that some people lied about some kisses, and we also discover that some people have paid for some.&lt;br /&gt;And, we also find out that love, might be closer to you than you think.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh yeah...Sex and the City rox.</description>
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  <category>they</category>
  <lj:music>Viva la Vida- Coldplay</lj:music>
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  <pubDate>Tue, 20 May 2008 00:16:22 GMT</pubDate>
  <title>Thanks</title>
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  <description>&lt;i&gt;Thanks to &lt;/i&gt;&lt;span class=&apos;ljuser ljuser-name_butterflybox&apos; lj:user=&apos;butterflybox&apos; style=&apos;white-space: nowrap;&apos;&gt;&lt;a href=&apos;http://community.livejournal.com/butterflybox/profile&apos;&gt;&lt;img src=&apos;http://l-stat.livejournal.com/img/community.gif&apos; alt=&apos;[info]&apos; width=&apos;16&apos; height=&apos;16&apos; style=&apos;vertical-align: bottom; border: 0; padding-right: 1px;&apos; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&apos;http://community.livejournal.com/butterflybox/&apos;&gt;&lt;b&gt;butterflybox&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;for this layout! And thanks to someone in tsubasaarc for the header!&lt;br /&gt;^^&lt;/i&gt;</description>
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  <lj:music>Vento Ventania</lj:music>
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